
Quantas vezes me perguntei
O que se passa na cabeça das pessoas
Eu que sempre imaginei
A rotina dessas todas.
Qual a razão do doido viver nesse mundo
Inconsciente dos atos, muitas vezes imundo
O doutor que tanto procura no trabalho a perfeição
Será que com a familia ele encontra compaixão?
O mundo está revirado e ninguém quer mudar
Está tudo automático, até onde iremos chegar?
Cadê toda aquela preocupação com a familia?
O amor, a pátria, até mesmo a verdadeira alegria?
Todos paramos na era do individualismo
Rodeados de pessoas com hipocrisia e cinismo
Saudade da época que brincava na rua quando criança
Sem me preocupar com o mundo, apenas curtindo a infância
Agora já nova tenho que saber o que fazer
Tão pequenina, já com um futuro para escolher.
(Mayra.M)
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