Em declaração contingente escrevo meus anseios emocionais em um breve e amistoso texto metafórico insinuante, deixando claro revogado qualquer insinuação imprudente:
O passado sempre volta como o futuro sempre aparece, as vezes parece ironia do destino, coisas da vida isso sempre acontece. Não é relapso nem psicose, talvez pensamentos que pairam na cabeça e se faz por um tipo de doença, talvez do árabe Zahir algo que por falta de plenitude se torne insano, mas isso não se move do meu ser, nem mesmo para minha própria função respiratória.
É como fechar os olhos e sentir toda aquela angustia de novo, novamente me pego pensando no que sou obrigada a esquecer e por simples manifestação de desgosto me sinto presa a lembranças de um algo incoerente e abusivo onde me pus a declínio. Poderia esquecer e voltar a uma vida ativa de pessoa sedentária sendo humilde de minha parte, mas renegaria coisas que tenho onde o organismo não consegue identificar, bastaria um "cessar fogo" para congelar toda essa má sintonia em meus pesos, porém a máquina de desejos está quebrada e me põe assim a solidão de maus pensamentos, estou ridicularizada em imaginar que não tenho habituais forças para realizar a execução, execução essa que mantenho como objetivo prudente evitando adiantamentos, acontece que o executivo sempre me dobra a perna e com isso me faz crer que o melhor é esperar o pagamento das atitudes agirem por si só.
Talvez seja o tempo de dizer que a fadiga me tomou o corpo e estou prestes a lhe direcionar a administração geral, será que assim mudaremos essa rotina empedrada de sentimentos monótonos?
Esperamos que não haja desfalques no setor mental!
Atenciosamente:
(Mayra M.)
QUANTA REFLEXÃO , QUANTA COMPLEXIDADE ! uisdaOUoiuoADS, MAyra M. Srta metafórica u_u
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